Acidente em Usina Nuclear – Chernobyl

desastre chernobyl

Chernobyl

 No ano de 1986 aconteceu o pior desastre nuclear da história: o reator 4 da Usina de Chernobyl explodiu. Quem estava na cidade Pripyat, que abrigava grande parte dos trabalhadores da usina, não teve tempo de fazer nada além de fugir. Todas as casas foram evacuadas. Os moradores não puderam levar nada, nem mesmo a roupa do corpo. Tudo o que eles tinham havia sido contaminado pela radiação e eles foram levados a uma escola, tomaram um banho e vestiram um macacão com proteção. Depois, essas 48 mil pessoas esperaram por até dois dias na praça da cidade para que ônibus soviéticos os retirassem de lá e muitas morreram. O lugar é carregado dessas energias, dessa tristeza que o acidente gerou. Hoje em dia todas as visitas são monitoradas e os visitantes tem um tempo limite para permanecer no lugar. O cenário é assustador: nas casas ainda há roupas intactas, objetos em cima dos móveis, louça nas pias, brinquedos no chão. É como se o tempo tivesse parado por lá.

Vejam alguns vídeos sobre o tema:

Vídeo 1-

Interessante matéria do programa “50 por 1”, sobre viagens. Nesse episódio visitam os arredores do reator de Chernobyl na Ucrânia e a cidade de Pripyat onde boa parte dos trabalhadores da usina moravam. A cidade virou cidade fantasma…

clique no link abaixo para ver o vídeo !

http://www.50por1.com.br/episodio_det.php?codeps=MTQw

 

 

Vídeo 2-

Zona de Exclusão do desastre de Chernobyl

Na Ucrânia, turistas visitam área contaminada de acesso restrito.
Reator que explodiu há em 1986 e cidade fantasma fazem parte do roteiro.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/04/g1-acompanha-excursao-pela-zona-de-exclusao-do-desastre-de-chernobyl.html

caso o vídeo não abra, tente diretamente no youtube:

Vídeo 3-

Vídeo 4-

O documentário do link abaixo mostra como está a região de Chernobyl e Pripyat atualmente, também contando um pouco da história deste trágico acidente que marcou a humanidade e até hoje causa danos a muitas vidas.

Reator Nuclear de Pesquisa do IPEN- USP (São Paulo -Brasil)

Exemplos de Aplicações da Energia Nuclear

REATOR IEA-R1

Clique  para ver o Vídeo :  Vídeo Educacional Sobre o Reator IEA-R1 elaborado para o Instituto de Pesquisa de Energia Nuclear – IPEN.

Utilização do Reator

O IEA-R1 é um reator de pesquisa tipo piscina, moderado e refrigerado a água leve e que utiliza elementos de berílio e de grafite como refletores. Projetado para operar a uma potência máxima de 5 MW, este reator, nas primeiras décadas, operou a potência de 2 MW.
Sua primeira criticalidade ocorreu em 16 de setembro de 1957 e, após a fase inicial de testes e comissionamento, passou a operar na potência de 2 MW, segundo um ciclo de 8 horas por dia, 5 dias por semana.
A partir de 1993 passou a operar em ciclos de 64 horas contínuas semanais a 3,5 MW de potência permitindo irradiar materiais com fluxos de nêutrons térmicos de até 8,5×1013 n.cm-2.s-1 e nêutrons epitérmicos e rápidos da ordem de 1013 n.cm-2.s-1, num arranjo de 24 elementos combustíveis padrões, todos fabricados no próprio IPEN.

O reator dispõe de 144 posições de irradiação no núcleo, distribuídas em 15 elementos de irradiação para irradiações longas e um sistema pneumático para irradiações curtas (até 5 minutos). Além disso, possui nove tubos de irradiação horizontais (“Beam Holes”) que fornecem feixes de nêutrons, utilizados em experimentos de física nuclear, física de estado sólido, pesquisas em terapia de câncer por captura de nêutrons em boro (BNCT) e neutrongrafia.
Atualmente, o reator IEA-R1 é utilizado para as seguintes finalidades:

– Produção de radioisótopos para uso em medicina nuclear, tais como: o Samário-153, utilizado como paliativo da dor em metástases óssea e no tratamento de artrite reumatóide; o Iodo-131, utilizado na terapia de câncer de tireóide e hipertiroidismo, na terapia de hepatomas, na localização e terapia de feocromocitomas, neuroblastomas e outros tumores, no estudo da função renal, na determinação do volume plasmático e volume sanguineo total; e o Irídio-192, produzido na forma de fios metálicos, utilizados na técnica de braquiterapia para o tratamento de câncer. Pesquisas estão sendo realizadas para a produção de geradores de Tecnécio-99m, Lutécio-177 e Rênio-188.

– Produção de fontes radioativas para gamagrafia industrial e de radioisótopos para uso como traçadores em processos industriais, como Cobalto-60 (fonte utilizada em gamagrafia industrial), Bromo-82 (na forma de KBr é utilizado para medição de vazão em rios e em efluentes líquidos industriais), Mercúrio-203 (utilizado no controle de processos industriais), Criptônio-79 , Argônio-40 e Lantânio-140 (utilizados na inspeção de tubulações em refinarias de petróleo).

– Irradiação de amostras para a realização de análises multielementares, utilizando a técnica AAN (Análise por Ativação com Nêutrons), em materiais geológicos, produtos industriais como plásticos e resinas, catalisadores, petróleo, metais e ligas metálicas, amostras arqueológicas, tecidos animais e humanos, vegetais, alimentos e amostras ambientais.

– Pesquisas em Física Nuclear;
– Serviços de neutrongrafia;
– Treinamento de pessoal licenciado para operação de reatores.

O que acontece se torcermos um pano no espaço, na ausência da gravidade?

 

Torcendo o Pano no Espaço

Dois estudantes do ensino médio perguntaram o que aconteceria se você torcer um pano no espaço, e o Chris Hadfield da International Space Station (ISS) foi fazer uma demonstração.

Veja o vídeo aqui:

http://io9.com/watch-what-happens-when-you-wring-out-a-washcloth-in-sp-476159356

Fonte (Em Inglês): http://bit.ly/17KjAnC