Eclipse total da Lua – 15 de abril de 2014

Aqui em São Paulo, as condições meteorológicas não ajudaram, não foi possível observar o Eclipse.

Acompanhei durante a madrugada as imagens geradas pelo “Griffith Observatory” (em Los Angeles-Califórnia-EUA) e transmitidas pelo canal da NASA.

Abaixo algumas imagens a partir da transmissão ao vivo.

Foi um belíssimo espetáculo !!!

Prof HelmaFisica

Veja como foi o Eclipse Total da Lua (15 de abril de 2014)

 

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Lua avermelhada durante um eclipse lunar total (Matt King/Getty Images)

 

Visível durante a madrugada do dia 15 de abril

Dicas :

 

– o melhor horário para observar o eclipse será entre 3h e 5h da manhã, quando se visualizará toda a primeira fase parcial e boa parte da totalidade;

-olhar para o lado oeste;

– binóculos ou telescópios amadores podem ser usados, embora o evento seja totalmente visível a olho nu;

– ao contrário dos eclipses solares, neste caso não é necessário adotar nenhuma medida especial de proteção para os olhos.

 

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Um dos principais eventos astronômicos do ano está se aproximando. Na madrugada de terça-feira, 15 de abril, a partir da 1h53 da manhã (horário de Brasília), começa o eclipse total da Lua, aquele em que o satélite fica totalmente encoberto pela parte mais escura da sombra da Terra. O fenômeno poderá ser observado em todo território nacional e marca o início de uma série de eclipses nos próximos dois anos.

A tétrade, como é chamado o conjunto de quatro eclipses totais da Lua que ocorrem em uma sequência de dois anos, termina em setembro de 2015. Esse evento é especial porque eclipses normalmente se intercalam entre totais, parciais (quando a Lua ficaparcialmente encoberta pela parte mais escura da sombra da Terra) e penumbrais (quando a parte mais clara da sombra da Terra encobre a Lua). A tétrade é relativamente rara: no século XXI haverá oito delas, sendo a que se inicia no dia 15 a segunda — a primeira ocorreu de 2003 para 2004, e a terceira será em 2032 e 2033.

Todo o continente americano poderá visualizar oeclipse na terça-feira. Na primeira hora, no entanto, o fenômeno será praticamente invisível a olho nu, pois a Lua estará na parte externa e mais clara da sombra da Terra, a penumbra. A partir das 2h58 (horário de Brasília), o satélite começa a adentrar a umbra, parte central e mais escura da sombra, e poderá ser visto “sumindo”. Essa etapa será concluída às 4h06 da manhã, quando a Lua estará totalmente encoberta pela umbra. Ela permanecerá assim por mais de uma hora, e começará a sair da sombra às 5h24, reaparecendo no céu.

O evento está previsto para chegar ao fim às 7h30, mas antes disso a Lua já terá saído completamente da parte mais escura da sombra, além de estar muito baixado horizonte, dificultando a visão. “No Brasil, o melhor horário para observar o eclipse será entre 3h e 4h30 da manhã, quando se visualizará toda a primeira fase parcial e boa parte da totalidade”, diz Gustavo Rojas, astrofísico da Universidade Federal de São Carlos.

Quem quiser ver o fenômeno deve olhar para o lado oeste.Binóculos ou telescópios amadores podem ser usados, embora o evento seja totalmente visível a olho nu. De acordo com o especialista, ao contrário dos eclipses solares, neste caso não é necessário adotar nenhuma medida especial de proteção para os olhos.

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Luz vermelha em eclipse

Lua vermelha — Mesmo quando estiver totalmente encoberta pela sombra da Terra, a Lua não vai desaparecer no céu — ela ficará um pouco menos brilhante e com um tom avermelhado. No momento do eclipse, a luz do Sol não chega diretamente à Lua. A atmosfera da Terra age como uma lente e desvia alguns raios solares até o satélite. Como a nossa atmosfera tem partículas que espalham mais a luz azul e menos a vermelha, a luz que atinge a Lua é predominantemente vermelha. Esse fenômeno também explica porque o Sol fica avermelhado ao entardecer: nesse momento, a luz está atravessando uma camada mais grossa de atmosfera, de modo que sobra mais luz vermelha.

 Durante um eclipse lunar, a Lua passa por trás da sombra da Terra, a escurece. Se você pudesse dar uma olhada no interior da Terra a partir de sua sombra, você veria que a atmosfera ao redor da borda de todo o planeta brilha em vermelho. Mais uma vez, isso é porque uma grande quantidade de luz da luz azul e verde foi espalhada pela atmosfera, deixando a luz vermelha atravessar em linha reta. Durante um eclipse lunar, a Lua passa totalmente na sombra da Terra não recebendo mais luz diretamente do Sol , no entanto, essa luz vermelha que passa através da atmosfera da Terra chega à Lua, e brilha sobre ela.

 

 Para acompanhar o Eclipse ao vivo (Transmissão da NASA):

 http://www.ustream.tv/channel/nasa-msfc

 

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Meteoros caindo na Terra é um fenômeno até corriqueiro

  •  Existem “chuvas de meteoros” previstas e que podem ser observadas ao longo do ano. O interessante nesses dias estão sendo os registros (fotos e vídeos feitos por pessoas comuns) e o fato do meteoro que caiu na Rússia (15-02-13) ser bem maior que os usuais, tendo consequências ruins como feridos e danos materiais.
  • um exemplo foi uma chuva de meteoros que poderia ser vista em São Paulo em dezembro de 2012. ( tudo dependeu de condições atmosféricas, estar longe de luzes e de poluição…o que dificulta a observação!!) http://minilua.com/chuva-de-meteoros-deve-cair-no-brasil/
  • Algumas chuvas de meteoros são bem conhecidas e ocorrem regularmente a cada ano. Existem vários sites na Internet ( que reproduzem informações de diversos Observatórios pelo mundo) onde podemos saber com antecedência e tentar observar mesmo a olho nú.
    Alguns sites sobre o assunto:

     

    http://www.cosmobrain.com.br/res/meteoros.html

    Chuvas de Meteoros

    www.cosmobrain.com.br

    Chuvas de Meteoros, site atualizado mensalmente com informações detalhadas

    Climatempo – Astronomia

Queda de corpo semelhante a meteorito na Califórnia- EUA

Meteorito caiu desta vez nos EUA

fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2013_02_16/meteorito-caiu-esta-vez-nos-eua-video/

meteorito

Os habitantes do estado norte-americano da Califórnia observaram a queda de um corpo celeste semelhante ao meteorito que caiu na sexta-feira na região de Chelyabinsk, na Rússia.

Moradores de várias cidades no norte do estado afirmam que viram uma bola de fogo no céu noturno. O DVR de um carro registrou esta sexta-feira à noite, numa estrada perto da cidade de São Francisco, um objeto não-identificado brilhante no céu durante vários segundos, que depois desapareceu.

 

16/02/2013 09h32 – Atualizado em 16/02/2013 09h36

Moradores dos EUA relatam passagem de ‘meteoro’ nesta sexta

Bola de fogo cruzou o céu de diversas cidades da Califórnia durante a noite.
Fenômeno ocorre no mesmo dia em que meteoro caiu em região da Rússia

fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/02/moradores-dos-eua-relatam-passagem-de-meteoro-nesta-sexta.html

Moradores de cidades da Califórnia, nos Estados Unidos, relataram nesta sexta-feira (15) a aparição de uma bola de fogo que cruzou o céu da região. As informações foram relatadas a diversas emissoras locais de televisão.

O fato chama a atenção já que no mesmo dia um meteoro caiu na região de Cheliabinsk, na Rússia, ferindo mais de mil pessoas que foram atingidas por estilhaços de vidro, de acordo com o governo russo.

Segundo informações da rede NBC, o fenômeno ocorreu durante à noite, por volta das 19h45, horário da Califórnia. Moradores de Fairfield, Gilroy, Sacramento, Newark, Walnut e St. Helena afirmam ter visto uma estrela cadente de cor azulada e que parecia estar indo direto para o chão. Um vídeo divulgado no YouTube mostra o momento em que uma luz brilhante cruza o céu de San Francisco (veja aqui).

Não se sabe se este fenômeno tem relação com o meteoro que caiu na Rússia ou ainda com a passagem do asteroide 2012 DA14, que por volta das 17h25 (hora de Brasília) ficou a uma distância de 27 mil km da Terra, considerada muito próxima de acordo com cientistas da agência espacial americana Nasa.

De acordo com o astrônomo Gerald McKeegan, ouvido pela NBC, pelos relatos das testemunhas é possível afirmar que foi um “meteoro esporádico”, que pode surgir várias vezes ao dia. No entanto, ele não descarta a possibilidade do rastro de luz ser lixo espacial que entrou na atmosfera da Terra e se incinerou.

Mais Notícias sobre o meteoro que atingiu a Rússia

Reprodução do site G1 da  Globo.com

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/02/mergulhadores-exploram-lago-russo-que-teria-sido-atingido-por-meteoro.html

16/02/2013 10h40 – Atualizado em 16/02/2013 18h32

Mergulhadores exploram lago russo que teria sido atingido por meteoro

Seis profissionais buscam fragmentos de corpo celeste, diz governo.
Equipe avalia estabilidade sísmica de edifícios na região de Cheliabinsk.

Do G1, com agências internacionais*

(clique no link original do G1 acima para ver o vídeo)

Uma equipe de mergulhadores vasculha neste sábado (16) o lago Shebarkul, na região de Cheliabinsk, na Rússia, atrás de fragmentos do meteoro que caiu nesta sexta-feira e, supostamente, teria atingido essa superfície de água congelada.

Uma rachadura na cobertura espessa de gelo levantou a suspeita de um possível impacto do corpo celeste na área.

De acordo com um porta-voz do Ministério de Situações de Emergência, em entrevista a agências de notícias russas, um grupo de seis mergulhadores inspecionará as águas em busca de fragmentos. Caso seja encontrado algum pedaço do corpo celeste, poderá ser classificado de meteorito.

Quando um corpo rochoso vem do espaço e entra na atmosfera, ele é inicialmente chamado pelos astrônomos de meteoro. Caso atinja o solo, em vez de se desfazer em atrito com a atmosfera, ele – ou seus fragmentos – passam a ser classificados de “meteorito”, conforme explica o astrônomo Cássio Barbosa, colunista do G1.

Maior em 100 anos
A agência espacial americana Nasa divulgou informações capturadas por uma rede de sensores que permitiu uma melhor avaliação do objeto que cruzou o céu da Rússia. Segundo a instituição, o tamanho do meteoro era de 17 metros e seu peso era de 10 mil toneladas antes de entrar na atmosfera terrestre. Quando se desintegrou no céu, às 0h20 (horário de Brasília) desta sexta-feira, devido ao atrito com o ar, foram liberados 500 kilotons de energia (ou seja, aproximadamente o equivalente à detonação de 500 toneladas de TNT), segundo as estimativas.

Imagem divulgada pelo Departamento de Polícia da região de Cheliabinsk neste sábado (16), mas feita na sexta (15), mostra pequeno fragmento encontrado na beira do lago Chebakul, local onde, supostamente, o meteoro teria caído (Foto: Divulgação/Departamento de Polícia de Cheliabinsk)
Imagem divulgada pela Polícia da região de Cheliabinsk
neste sábado (16) mostra um pequeno fragmento de
rocha achado na beira do lago Chebakul. No entanto, não
há ainda confirmação de que pedaços do meteoro tenham
sido encontrados. O local é investigado já que,
supostamente, o meteoro teria caído em seu interior
(Foto: Divulgação/Departamento de Polícia de Cheliabinsk)

O primeiro registro da entrada do meteoro na atmosfera terrestre foi feito no Alasca, a mais de 6.500 km da região russa, onde houve os estragos.

Os sensores de infrassom indicam que, desde o momento da entrada do meteoro na atmosfera, até sua desintegração, se passaram 32,5 segundos.

“Poderíamos esperar que um evento dessa magnitude ocorresse a cada 100 anos, em média”, avalia o cientista Paul Chodas, da Nasa, que encabeça um programa da agência voltado para objetos espaciais próximos à Terra.

“Quando há uma bola de fogo desse tamanho, esperaríamos que um grande número de meteoritos chegasse ao solo e, nesse caso, provavelmente deve ter havido alguns grandes”, avalia, em nota. O meteoro é o maior de que se tem notícia a impactar nosso planeta desde 1908, quando outra rocha vinda do espaço caiu em Tunguska, na Sibéria, inbforma a Nasa.

A agência americana voltou a reforçar que não há relação entre o meteoro que caiu na Rússia e o asteroide 2012 DA14, que passou perto da terra na tarde de sexta-feira (pelo horário de Brasília).

De acordo com o ministro russo de Situações de Emergência, Vladimir Pushkov, uma equipe especial do governo foi enviada à região para avaliar a estabilidade sísmica dos edifícios. Ele comentou ainda que haverá cuidados ao religar o gás dessas edificações.

Pessoa pbserva buraco provocado por meteorito em lago congelado Chebarkul na Rússia. (Foto: AP)Pessoa observa buraco provocado nesta sexta-feira (15) por meteoro em lago congelado Shebarkul na Rússia (Foto: AP)

O governo de Cheliabinsk iniciou uma grande operação para consertar os estragos provocados pelo fenômeno. Cerca de 20 mil pessoas foram mobilizadas no país para participar da limpeza e também do atendimento aos feridos, que ainda neste sábado permaneciam sob observação médica.

Último dado divulgado pelo Ministério do Interior russo aponta que ao menos mil pessoas tiveram ferimentos devido aos estilhaços de vidro, que se quebraram com a aparição da bola de fogo no céu. Deste total, 200 seriam crianças.

meteorito na rússia (Foto: Reprodução)
Montagem mostra queda de meteoro na Rússia
nesta sexta-feira (Foto: Reprodução)

Sistema de defesa
Agências de notícias afirmam que autoridades da Rússia defenderam a criação de um sistema conjunto de combate a asteroides. Alexei Pushkov, chefe do Comitê de Assuntos Exteriores do Parlamento russo, escreveu em sua conta no Twitter que “’em vez de lutar na Terra, as pessoas deveriam criar um sistema conjunto de defesa dos asteroides”.

A opinião é compartilhada pelo presidente russo, Vladimir Putin. Segundo a agência de notícias “France Presse”, o presidente convocou os Estados Unidos a se unir ao país e à China para criar um sistema de defesa contra asteroides.

Nesta semana, pela primeira vez um grupo de trabalho das Nações Unidas propôs um plano de coordenação internacional para detectar asteroides potencialmente perigosos e, em caso de risco para a Terra, preparar uma missão espacial com capacidade para desviar sua trajetória.

Meteoro - arte (Foto:  )

“O risco de que um asteroide se choque contra a Terra é extremamente pequeno, mas, em função do tamanho do asteroide e do local do impacto, as consequências podem ser catastróficas”, indica um relatório entregue esta semana aos estados-membros pelo Escritório da ONU para o Espaço Exterior (Unoosa, na sigla em inglês).

O relatório de 15 páginas foi elaborado por um grupo de trabalho criado em 2007, em Viena, na Áustria. Atualmente são conhecidos cerca de 20 mil asteroides próximos à Terra, dos quais aproximadamente 300 são potencialmente perigosos, explica o diretor do grupo de trabalho que redigiu o documento, o mexicano Sergio Camacho.

Até 2020, o analista prevê que serão detectados até meio milhão de asteroides próximos a nosso planeta, graças à melhora da tecnologia de localização. “São objetos que estão aí, mas não sabemos onde estão”, ressalta.

O asteróide 2012 DA14 passará “próximo” à Terra….

Hoje o céu está agitado mesmo !

O asteróide 2012 DA14 passará “próximo” à Terra….

A distância é de pouco mais de 27.000 quilômetros, a mais curta já registrada em um evento desse tipo. (a distância entre a Terra e a Lua é cerca de 400.000 km )

Sua passagem deve durar aproximadamente 33 horas e não poderá ser vista do Brasil.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/nasa/36614-acompanhe-a-passagem-do-asteroide-2012-da14-ao-vivo.htm#ixzz2KypXv7cQ

A NASA transmitirá a passagem do astro ao vivo, através do site USTREAM.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/nasa/36614-acompanhe-a-passagem-do-asteroide-2012-da14-ao-vivo.htm#ixzz2Kyp6Ou93

http://tecmundo.com.br/nasa/36614-acompanhe-a-passagem-do-asteroide-2012-da14-ao-vivo.htm

Meteorito cai na Rússia (fevereiro 2013)

Meteoro, desintegração, sonic boom (ondas sônicas) !!!

A entrada de pequenos meteoritos é mais frequente do que se pensa. Mas não apresentam um risco para a humanidade como um todo.

De qualquer modo, estamos vulneráveis a pequenos asteróides que não tenham antes sido detetados e que se aproximem da Terra.

Meteorito explode no céu da Rússia e fere mais de 500 pessoas!

Região da Rússia é atingida por fragmentos de meteorito e deixa mais de 500 feridos. Fragmentos foram encontrados em 6 cidades. Em Chelyabinsk, moradores disseram que houve tremores e janelas explodiram durante a explosão do meteorito ,celulares também pararam de funcionar, a ESA (European Space Agence) comunicou que o evento.

 Região da Rússia é atingida por fragmentos de meteorito e deixa mais de 500 feridos

Fragmentos foram encontrados em 6 cidades.Em Chelyabinsk, moradores disseram que houve tremores e janelas explodiram durante a explosão,celulares também pararam de funcionar, a ESA (European Space Agence) comunicou que o evento não tem relação com o asteroide 2012 DA14 que tem de 45 a 90 metros e passará muito próximo do Planeta hoje. (15-02-13)
Prédios, casas e fábricas foram atingidas e parte do meteorito pode ter caído em um lago.
Por conta dos vidros estourarem moradores estão recorrendo a plásticos para proteger as casas, pois a previsão do tempo aponta que nos próximos dias a temperatura será de aproximadamente -14°C.

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QUAL A DIFERENÇA ENTRE ASTEROIDE, METEORITO E METEORO?
Asteroides são corpos celestes menores que planetas que vagam pelo Sistema Solar desde sua formação, há 4,6 bilhões de anos. Meteoritos são pedaços de asteroides que eventualmente atingem a superfície da Terra. Meteoros são os rastros luminosos produzidos por pedaços de asteroides em contato com a atmosfera da Terra, resultado do atrito com o ar, e são popularmente reconhecidos como estrelas cadentes.

Rússia: sobe a 950 total de feridos após queda de meteorito

À CNN, porta-voz da Nasa informa que incidente não tem relação com asteroide que passará perto da Terra nesta sexta-feira (15-02-13)

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Mais de 900 pessoas ficaram feridas, três delas com gravidade, depois que um meteorito caiu e se desintegrou sobre a região russa de Tcheliabinsk – Nasha gazeta/AP

Pelo menos 950 pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira após a queda de um meteorito na região russa de Tcheliabinsk, nos Montes Urais (centro do país). O impacto da queda do corpo celeste estilhaçou janelas e sacudiu prédios nas proximidades. De acordo com autoridades russas, a maioria dos feridos sofreu apenas lesões leves – 46, contudo, permanecem internados.

Em pronunciamento após o incidente, o presidente russo Vladimir Putin agradeceu a Deus pelo fato de nenhum fragmento ter atingido regiões mais povoadas. Especialistas da Academia de Ciências Russa acreditam que o incidente foi provocado por um meteorito com peso estimado em 10 toneladas que atingiu a atmosfera terrestre a uma velocidade de 54.000 quilômetros por hora e desintegrou-se a uma altura entre 30 e 50 quilômetros do chão. De acordo com comunicado da Academia, fragmentos do meteorito acabaram por atingir o solo.

De acordo com levantamento da agência de notícias EFE, o episódio desta sexta é o mais grave incidente originado por um corpo celeste na Terra nos últimos anos. Os fragmentos do meteorito causaram danos em pelo menos seis cidades. O corpo celeste caiu por volta das 9h20 hora local (1h20 horário de Brasília), a cerca de 80 quilômetros da cidade de Satka, capital do distrito homônimo.

A queda aconteceu no mesmo dia em que está prevista a passagem do asteroide 2012 DA14, que tem entre 45 e 95 metros de diâmetro, a 27.860 quilômetros da Terra — a maior aproximação já registrada de um objeto cósmico com o nosso planeta. Em entrevista à rede americana CNN, o porta-voz da Nasa Steve Cole afirma que os incidentes não passam de uma “coincidência”. “São objetos completamente alheios. É uma estranha coincidência que estejam ocorrendo ao mesmo tempo”, afirmou. “Esse tipo de corpo celeste cai com muita frequência, mas costuma cair no mar ou no deserto, onde não provoca consequências para população”, explicou.

Um meteorito também foi o responsável pela gigantesca explosão que devastou 2.200 quilômetros e arrasou mais de 80.000 árvores na manhã do dia 30 de junho de 1908 na região do rio Tunguska na Sibéria. A explosão do chamado ‘evento de Tunguska’ foi 300 vezes maior que a da bomba nuclear de Hiroshima. Ela não criou, no entanto, uma cratera na terra e suscitou todo tipo de teorias exóticas, inclusive a de que a explosão foi causada por uma nave extraterrestre.

 

Histórico — Segundo os cientistas, a queda de um meteorito de 10 quilômetros de diâmetro sobre a península de Iucatã, no México, foi a responsável pelo fim da era dos dinossauros há 65,5 milhões de anos e afetou quase 70% das espécies do planeta. A maior cratera originada pelo impacto de um meteorito na Terra foi descoberta em 2006 na região oriental da Antártida e tem 480 quilômetros de diâmetro. Está a uma profundidade de quase dois quilômetros sob a camada de gelo e calcula-se que a queda aconteceu há 250 milhões de anos.

Os episódios em que fragmentos de um meteorito atingiram a Terra são muitos, mas são poucas as ocasiões das quais existem evidências concretas de que tenham causado danos. Em setembro de 1999 um pequeno meteorito caiu sobre uma casa na cidade de Kobe (Japão) e perfurou o telhado, sem deixar nenhum ferido. A rocha se fragmentou em duas partes ao se chocar com a casa, sendo que a maior media cinco centímetros e pesava 60 gramas.

Em março de 2003 uma chuva de meteoritos, que tinha entre um e dez centímetros de diâmetro, caiu sobre os estados de Illinois, Indiana, Ohio e Wisconsin, no meio oeste dos Estados Unidos. Não foram registradas ocorrências de feridos, apesar dos objetos terem atravessado os telhados de duas casas.

Asteroides — Em relação aos asteroides, são vários os ‘potencialmente perigosos’ que passaram próximos da Terra nos últimos anos, mas nenhum chegou tão perto quanto o 2012 DA14 irá chegar. Em março de 2009, o DD45 — com cerca de 30 metros de diâmetro — passou a 70.000 quilômetros da superfície terrestre, sobre o Oceano Pacífico nas proximidades do Taiti.

Em outubro do mesmo ano, um asteroide com entre cinco e dez metros de diâmetro explodiu na atmosfera sobre a Indonésia com uma potência de 50 quilotons — três vezes maior que a bomba de Hiroshima. Em outubro de 2008, um pequeno asteroide de cinco metros de diâmetro colidiu com a atmosfera terrestre sobre o Sudão, sendo o primeiro a ser acompanhado pelos cientistas antes de atingir a Terra.

 

Vejam no link mais alguns vídeos e fotos do evento na Rússia

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/russia-sobe-a-950-total-de-feridos-apos-queda-de-meteorito

http://astropt.org/blog/2013/02/15/meteorito-cai-na-russia-e-provoca-varios-feridos/

http://www.astronomiaqui.com/2013/02/meteorito-explode-no-ceu-da-russia-e.html#.UR5FzqU3uSo

Cosmos – série realizada por Carl Sagan

Cosmos é uma série de TV realizada por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan,, em associação com a BBC e a Polytel International, veiculada na PBS em 1980.

A série Cosmos é de longe um dos mais formidáveis exemplos da amplitude e eficácia que a divulgação científica pode atingir por meios audiovisuais, quando servida por uma personalidade carismática como Carl Sagan, um grande cientista que divulgou a ciência de forma simples e acessível, como ninguém o fez antes.

São os 13 Episódios de Cosmos de Carl Sagan, dublados em Português brasileiro (pt-br)
Reunidos do Youtube em uma unica página.

 

http://www.centralciencia.com/2012/05/cosmos-serie-completa-dublado.html

Homem na Lua- Refutando as Teorias da Conspiração

É realmente incrível como até hoje muitas pessoas duvidam da ida do homem à Lua, baseando-se em argumentos falhos e vídeos manipulados que encontram na Internet.

Neste post colocarei alguns textos e vídeos sobre o assunto.

Se você também rebate a ideia da ida do homem à Lua, leia e veja os vídeos. Repense !!!

Helma

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1- Artigo de Marcelo Gleiser,   físico brasileiro, atualmente  professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA)

JC e-mail 3818, de 03 de Agosto de 2009.
17. A festa das estrelas, artigo de Marcelo Gleiser
“Medo da ciência explica ceticismo sobre ida do homem à Lua”Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “A Harmonia do Mundo”. Artigo publicado na “Folha de SP”:No fim de semana passado, celebrei o Ano Internacional da Astronomia juntamente com outros 300 entusiastas dos céus. O evento, Star Party 6, organizado pela fundação CEU (Centro de Estudos do Universo), aconteceu no local da fundação, um museu de exploração da astronomia e da geologia, em Brotas, interior de São Paulo.

Não conhecia o lugar e confesso que fiquei surpreso com a excelente qualidade das exibições, desenhadas para que os visitantes possam explorar e aprender por si mesmos. O telescópio e o planetário digital são dignos de nota. A caverna com fósseis de regiões diversas do Brasil também. Um paraíso para as escolas, que enviam em média 12 mil estudantes por ano até lá.

O frio e o mau tempo não inibiram o público. Providencialmente, a chuva parou bem na hora do lançamento de foguetes da base Marcos Pontes. Os protótipos, de aproximadamente 1,50 metro de altura, atingem altitudes de 600 metros a 1.000 metros, dependendo dos ventos, e voltam à Terra de paraquedas. A emoção era palpável.

Presenciando tal evento, não resta dúvida de que temos uma profunda relação com os céus, um desejo de comunhão com as estrelas. Também, pudera: como expliquei na minha palestra, os átomos dos quais somos compostos foram forjados no coração de estrelas que explodiram na vizinhança do que viria a ser o Sistema Solar, em torno de 5 bilhões de anos atrás. Olhar para os céus é olhar para as nossas origens.

Fora o lançamento de foguetes e exibições no planetário, a festa das estrelas teve várias palestras. Dentre elas, a de Ronaldo Garcia, um professor do CEU, e a do próprio Marcos Pontes, nosso astronauta. Garcia tratou de um tema muito propicio: se o homem foi ou não à Lua.

É surpreendente o número de pessoas que acham que a viagem (ou melhor, as várias viagens) até a Lua foi uma grande farsa perpetrada pela Nasa. Dentre os “argumentos”, encontramos esses: 1) Não é possível deixar pegadas na Lua, pois não existe umidade lá. 2) A bandeira americana não pode tremular ao “vento lunar”. 3) As sombras de dois astronautas não estão na mesma direção, indicando duas fontes de luz em vez de apenas uma, o Sol.

Garcia respondeu a cada uma dessas objeções com clareza e bom humor. No caso das pegadas, a poeira muito fina da Lua e a ausência de atmosfera (e, portanto, de ventos ou umidade) pode, sim, deixar a marca das botas dos astronautas.

A bandeira, por sua vez, só tremula quando os astronautas a balançam. Ela tem também uma haste horizontal que a sustenta, evitando que caia junto ao mastro. As sombras estão em direções diferentes porque os astronautas andam em solo desnivelado, algo simples de ser demonstrado. Não existe nenhuma intriga secreta.

O que acho interessante é o motivo das suspeitas. Por que tantas pessoas acreditam que a Nasa faria tal coisa? Com que propósito? As razões inventadas são muitas: impressionar os soviéticos e o resto do mundo; distrair o público para os problemas da Guerra do Vietnã etc. Mas a razão que me vem em mente é o perene medo da ciência.

Quanto mais a ciência avança, mais ela aparenta ameaçar as crenças daqueles que veem o mundo como sendo controlado por forças sobrenaturais. Levar homens à Lua deveria ser celebrado como um dos grandes feitos da história da humanidade, algo que demonstra nossa criatividade e inventividade de modo espetacular.

Foi excelente também a palestra do Marcos Pontes, onde ele contou sua trajetória profissional, mostrando que aqueles que acreditam em si podem vencer obstáculos aparentemente impossíveis, indo de Bauru à Estação Espacial Internacional -ou da Terra à Lua.
(Folha de SP, 2/8)

2- Vídeo:

Caçadores de Mitos: será que homem realmente pisou na Lua?

Os caçadores de mitos testam a veracidade do pouso na Lua. Em 16/7/1969, o mundo assistiu a três astronautas indo em direção à Lua. Cinco dias depois, veio aquele momento extraordinário quando Neil Armstrong deu os primeiros passos extraterrestres.

clik aqui para ver o vídeo

3-Os 40 anos do homem na Lua

Há exatamente 40 anos saia da terra a Apollo 11, a primeira missão a chegar à Lua.

clique aqui para ler a matéria e ver o vídeo

Aurora Boreal

 

As imagens da aurora boreal que provocou as tempestades solares detectadas em janeiro foram captadas pela Estação Espacial Internacional (ISS) e publicadas nesta sexta-feira (10/02/2012) pela Nasa (agência espacial americana) em forma de breves vídeos.
Os astronautas a bordo do complexo espacial obtiveram imagens noturnas nas quais se pode ver a luz esverdeada da aurora boreal sobre a escuridão do horizonte no Hemisfério Norte.

As imagens, tomadas entre 29 de janeiro e 3 de fevereiro, mostram centenas de cidades do México e do Golfo do México até a Costa Leste dos Estados Unidos.
Também há cenas que abrangem desde o estado do Texas até a região dos Grandes Lagos, assim como o fenômeno em sua passagem pelo Canadá.
As imagens foram tiradas de uma distância de 380 quilômetros a mais de 27 mil km/h, velocidade de órbita da ISS – plataforma que conta com a participação de 16 países.

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=tlM3jzcvUK4