Exposições Caixa Cultural SP

Caixa Cultural São Paulo

Praça da Sé, 111 – Centro SP

Funciona de terça a domingo das 9h às 21h (grátis)

Sempre ótimas exposições temporárias além de um acervo histórico com móveis, objetos da época Vargas e da Caixa Econômica Federal.

A galeria de fotos abaixo é referente as atuais ( setembro de 2012) exposições:

– “Os robôs de Alamón”

– “Sobre Anjos,Santos e Guerreiros ” Marcos de Oliveira

–  “Gepetos de Praga”

–  ” The end factory project” – Adriana Tabalipa

–  “Xilogravuras de Márcio Pannunzio”

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

site oficial da Caixa Cultural:

http://www.caixacultural.com.br/html/main.html

Cosmos – série realizada por Carl Sagan

Cosmos é uma série de TV realizada por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan,, em associação com a BBC e a Polytel International, veiculada na PBS em 1980.

A série Cosmos é de longe um dos mais formidáveis exemplos da amplitude e eficácia que a divulgação científica pode atingir por meios audiovisuais, quando servida por uma personalidade carismática como Carl Sagan, um grande cientista que divulgou a ciência de forma simples e acessível, como ninguém o fez antes.

São os 13 Episódios de Cosmos de Carl Sagan, dublados em Português brasileiro (pt-br)
Reunidos do Youtube em uma unica página.

 

http://www.centralciencia.com/2012/05/cosmos-serie-completa-dublado.html

Lygia Clark: uma retrospectiva

Itaú Cultural

Avenida Paulista, 149, São Paulo, SP (próximo à estação Brigadeiro do metrô).

sábado 1 de setembro, a partir das 16h, a domingo 11 de novembro

terça a sexta 9h às 20h
sábado domingo feriado 11h às 20h

[indicado para todas as idades] L

entrada franca

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

Lygia Clark: uma retrospectiva – observe, interaja, participe da arte

Mostra apresenta panorama da artista, incluindo obras inéditas, e traz seminários e produtos digitais

A exposição Lygia Clark: uma retrospectiva − em cartaz no Itaú Cultural,  traz um panorama da produção da artista, que vai das pesquisas sobre os limites da pintura e da escultura à investigação sobre o corpo. Na mostra, você conhece obras inéditas da autora, montadas a partir de documentos deixando por ela, e adentra seu processo criativo. Além disso, pode interagir e experimentar formas, com os Bichos, ou vivenciar a arte fazendo parte dela, com as Proposições.
O evento inclui também debates e dois produtos digitais. O seminário, que terá as mesas Muito Além do Lúdico e O Lugar da Invenção, discute os conceitos curatoriais da retrospectiva e temas pouco abordados pela crítica sobre Lygia Clark. Os convidados são pesquisadores das artes visuais que conviveram com a artista ou realizaram estudos significativos sobre seu trabalho.

Há ainda um Museu Virtual, em que é possível interagir com trabalhos da artista, e o Livro-Obra, aplicativo para iPad (disponível em breve na Apple Store) que recria a experiência da obra original com o mesmo nome.

A curadoria é de Felipe Scovino e Paulo Sergio Duarte; o projeto expográfico é de Pedro Mendes da Rocha. Confira abaixo detalhes da programação.

Lygia Clark

 

Lygia Clark (1920-1988) foi uma das fundadoras do Grupo Frente, marco histórico do movimento construtivo no Brasil. Depois, abandonando rótulos e escolas, passou a denominar-se “não artista”, radicalizando conceitos. Com o desenvolvimento de experiências sensoriais, ela estendeu os limites de compreensão da obra de arte, agregando-lhe contornos terapêuticos.

Homem na Lua- Refutando as Teorias da Conspiração

É realmente incrível como até hoje muitas pessoas duvidam da ida do homem à Lua, baseando-se em argumentos falhos e vídeos manipulados que encontram na Internet.

Neste post colocarei alguns textos e vídeos sobre o assunto.

Se você também rebate a ideia da ida do homem à Lua, leia e veja os vídeos. Repense !!!

Helma

***************************************************************

1- Artigo de Marcelo Gleiser,   físico brasileiro, atualmente  professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA)

JC e-mail 3818, de 03 de Agosto de 2009.
17. A festa das estrelas, artigo de Marcelo Gleiser
“Medo da ciência explica ceticismo sobre ida do homem à Lua”Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “A Harmonia do Mundo”. Artigo publicado na “Folha de SP”:No fim de semana passado, celebrei o Ano Internacional da Astronomia juntamente com outros 300 entusiastas dos céus. O evento, Star Party 6, organizado pela fundação CEU (Centro de Estudos do Universo), aconteceu no local da fundação, um museu de exploração da astronomia e da geologia, em Brotas, interior de São Paulo.

Não conhecia o lugar e confesso que fiquei surpreso com a excelente qualidade das exibições, desenhadas para que os visitantes possam explorar e aprender por si mesmos. O telescópio e o planetário digital são dignos de nota. A caverna com fósseis de regiões diversas do Brasil também. Um paraíso para as escolas, que enviam em média 12 mil estudantes por ano até lá.

O frio e o mau tempo não inibiram o público. Providencialmente, a chuva parou bem na hora do lançamento de foguetes da base Marcos Pontes. Os protótipos, de aproximadamente 1,50 metro de altura, atingem altitudes de 600 metros a 1.000 metros, dependendo dos ventos, e voltam à Terra de paraquedas. A emoção era palpável.

Presenciando tal evento, não resta dúvida de que temos uma profunda relação com os céus, um desejo de comunhão com as estrelas. Também, pudera: como expliquei na minha palestra, os átomos dos quais somos compostos foram forjados no coração de estrelas que explodiram na vizinhança do que viria a ser o Sistema Solar, em torno de 5 bilhões de anos atrás. Olhar para os céus é olhar para as nossas origens.

Fora o lançamento de foguetes e exibições no planetário, a festa das estrelas teve várias palestras. Dentre elas, a de Ronaldo Garcia, um professor do CEU, e a do próprio Marcos Pontes, nosso astronauta. Garcia tratou de um tema muito propicio: se o homem foi ou não à Lua.

É surpreendente o número de pessoas que acham que a viagem (ou melhor, as várias viagens) até a Lua foi uma grande farsa perpetrada pela Nasa. Dentre os “argumentos”, encontramos esses: 1) Não é possível deixar pegadas na Lua, pois não existe umidade lá. 2) A bandeira americana não pode tremular ao “vento lunar”. 3) As sombras de dois astronautas não estão na mesma direção, indicando duas fontes de luz em vez de apenas uma, o Sol.

Garcia respondeu a cada uma dessas objeções com clareza e bom humor. No caso das pegadas, a poeira muito fina da Lua e a ausência de atmosfera (e, portanto, de ventos ou umidade) pode, sim, deixar a marca das botas dos astronautas.

A bandeira, por sua vez, só tremula quando os astronautas a balançam. Ela tem também uma haste horizontal que a sustenta, evitando que caia junto ao mastro. As sombras estão em direções diferentes porque os astronautas andam em solo desnivelado, algo simples de ser demonstrado. Não existe nenhuma intriga secreta.

O que acho interessante é o motivo das suspeitas. Por que tantas pessoas acreditam que a Nasa faria tal coisa? Com que propósito? As razões inventadas são muitas: impressionar os soviéticos e o resto do mundo; distrair o público para os problemas da Guerra do Vietnã etc. Mas a razão que me vem em mente é o perene medo da ciência.

Quanto mais a ciência avança, mais ela aparenta ameaçar as crenças daqueles que veem o mundo como sendo controlado por forças sobrenaturais. Levar homens à Lua deveria ser celebrado como um dos grandes feitos da história da humanidade, algo que demonstra nossa criatividade e inventividade de modo espetacular.

Foi excelente também a palestra do Marcos Pontes, onde ele contou sua trajetória profissional, mostrando que aqueles que acreditam em si podem vencer obstáculos aparentemente impossíveis, indo de Bauru à Estação Espacial Internacional -ou da Terra à Lua.
(Folha de SP, 2/8)

2- Vídeo:

Caçadores de Mitos: será que homem realmente pisou na Lua?

Os caçadores de mitos testam a veracidade do pouso na Lua. Em 16/7/1969, o mundo assistiu a três astronautas indo em direção à Lua. Cinco dias depois, veio aquele momento extraordinário quando Neil Armstrong deu os primeiros passos extraterrestres.

clik aqui para ver o vídeo

3-Os 40 anos do homem na Lua

Há exatamente 40 anos saia da terra a Apollo 11, a primeira missão a chegar à Lua.

clique aqui para ler a matéria e ver o vídeo

Impressionismo no CCBB: Imperdível !

Impressionismo: Paris e a Modernidade – Obras-Primas do Museu d’Orsay

4 Ago a 7 Out de 2012
Local: Subsolo, térreo, 1º, 2º, 3º e 4º andares | CCBB SP 

| Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Horário: Terça a domingo, das 10h às 22h (entrada franca)

 Fui ontem dia 1 de setembro visitar a exposição.Após 3 horas de fila, valeu a pena. Ainda estou em êxtase:lindo demais ! Fiquei um tempão contemplando o “O Salão de Dança em Arles” de Van Gogh. Era como se eu estivesse em Paris ouvindo aquela música… Todas as obras são deslumbrantes, como uma prévia de um passeio à Paris !

A exposição traz pela primeira vez ao País uma seleção de 85 obras-primas do acervo do Museu d’Orsay, de Paris, e ocupa todos os espaços do CCBB. A mostra, que reflete a história da pintura ocidental no período que compreende a segunda metade do século XIX e início do século XX, é dividida em módulos temáticos que apresentam as obras de Camille Pissaro, Claude Monet, Edgar Degas, Edouard Manet, Henri Toulosse-Lautrec, Paul Cézanne, Paul Gauguin, Pierre-Auguste Renoir e Vincent Van Gogh, entre outros mestres.

A curadoria é de Guy Cogeval, presidente do Museu d’Orsay; Caroline Mathieu, conservadora chefe do Museu d’Orsay e de Pablo Jimenez Burillo, diretor-geral da Fundación Mapfre.

Não é permitido fotografar as obras. Tirei algumas fotos na área externa ao CCBB e nas áreas internas permitidas.

Este slideshow necessita de JavaScript.