Reatores nucleares: sabia que existe um dentro da cidade de São Paulo?

 

Na (USP) Universidade de São Paulo, o (IPEN) Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares abriga um reator nuclear de pesquisa.

Não está aberto a visitação, apenas estudantes da USP, pesquisadores e funcionários podem ter acesso.

Quando estudei no Instituto de Física, cursei algumas disciplinas no IPEN, tive a oportunidade de visitar o Reator algumas vezes, assistir palestras e ter aulas específicas sobre a pesquisa nuclear e suas aplicações na medicina, indústria, agricultura.

)s reatores de pesquisas são indispensáveis para o diagnóstico e até tratamento de algumas doenças. Hoje, este reator é responsável pela produção de 70% da demanda nacional de iodo, por exemplo.Iodo que é utilizado no diagnóstico e tratamento de doenças.

Leia a matéria na íntegra, inclusive com um vídeo mostrando o reator do IPEN .

Clique aqui para assistir o vídeo

 

 

 

 

 

 

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por Prof Helma- Física Postado em Física

Exposição: Rumos Arte Cibernética

Mais uma Exposição que une Arte, Tecnologia e Física em obras interativas !

Rumos Arte Cibernética

Mostra reúne obras que trabalham a interação com o público


Exposição Rumos Arte Cibernética
quinta 30 de junho a domingo 4 de setembro de 2011

entrada francalocal: Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 – Paraíso – São Paulo SP [próximo à Estação Brigadeiro do Metrô]

Um robô recita Shakespeare; o público controla a pista de dança; uma máquina pede pra ser sua amiga. Essas são algumas das experiências promovidas pela mostra Rumos Arte Cibernética, em cartaz no Itaú Cultural a partir de 30 de junho, que apresenta trabalhos em que o público e a obra – e/ou seus subsistemas – estão em constante troca e podem influenciar o comportamento um do outro.

As obras reunidas na exposição foram criadas pelos artistas selecionados nas edições 2006 e 2009 do programa Rumos. Os estudos contemplados na carteira Apoio à Pesquisa Acadêmica serão apresentados em um simpósio de três dias (confira a programação).

Como nas edições anteriores – Rumos Mídias Interativas, em 1999; Rumos Transmídia e Rumos Pesquisa, em 2002 – as duas edições de Rumos Arte Cibernética formam um importante instrumento de incentivo à produção e à pesquisa em arte e tecnologia no Brasil.

O que é?
“Arte e tecnologia” é um termo genérico usado para descrever a produção artística relacionada a processos, métodos, meios e instrumentos surgidos a partir da segunda metade do século XX. Entretanto, o conceito de “arte cibernética” é mais restrito, pois implica a interação constante entre o público e o objeto artístico – e/ou entre os subsistemas desse objeto – num processo de causalidade circular que pode acarretar a mudança de objetivos tanto para o espectador quanto para a obra.

Para saber mais sobre o tema, leia: A Arte Cibernética de Segunda Ordem.

Confira abaixo a descrição de cada obra e a programação detalhada.

Exposição Rumos Arte Cibernética

quinta 30 de junho a domingo 4 de setembro de 2011

terça a sexta 9h às 20h
sábado domingo feriado 11h às 20h
pisos 1, -1 e -2

entrada franca

atendimento educativo

visitas agendadas
grupos de 10 a 44 pessoas
duração aproximada de 90 minutos
[visita para público especial duração aproximada 120 minutos]
terça a sábado [diversos horários]

visitas espontâneas
grupos de até 22 pessoas
duração aproximada de 60 minutos
terça a domingo e feriado [diversos horários]

[indicado para todas as idades]

agendamentos e informações 11 2168 1876 [segunda a sexta 10h às 18h]

Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 – Paraíso – São Paulo SP [próximo à Estação Brigadeiro do Metrô]
informações 11 2168 1777 | atendimento@itaucultural.org.br | twitter.com/itaucultural

Obras

I, Hamlet, de Alexandre da Silva Simões
Robô humanoide capaz de interpretar e declamar textos baseados na obra de Shakespeare. As frases são disparadas quando o público manipula elementos de cena, como espadas e cálices.

I Dance – Pista de Dança Interativa, de Leandro Trindade

Pista de dança interativa em que os movimentos dos interatores mudam a obra em tempo real. Sequências de efeitos, formas e cores são alteradas por meio de um software desenvolvido pelo próprio artista e também por webcams modificadas, datashows de curto disparo e iluminadores infravermelhos.

Tijolo Esperto, de Breno Guimarães Rocha

Parede construída com base em uma matriz luminosa de placas de LED (diodos emissores de luz) confeccionadas “artesanalmente”. Imagens e animações variadas podem ser visualizadas na estrutura do painel, em alusão a displays em fachadas. Dessa forma, tecem um comentário crítico acerca das novas tendências arquitetônicas.

Amigoide, Autômato em Busca de Amizade, de ++CAYCE POLLARD coletivodeartecomputacional (Nicolau Centola e Fabrizio Augusto Poltronieri)

Robô com forma cilíndrica busca o inter-relacionamento com seres humanos em uma arena circular. Ao selecionar seu par, o autômato passa a segui-lo pelo ambiente, emitindo sinais visuais e sonoros que culminam na expressão “Você quer ser meu amigo?”.

12i – A Roda da Vida, de Márcio Ambrósio

Instalação interativa que faz uma releitura moderna do zootrópio, aparelho criado no século XIX pelo matemático inglês William Horner. Trata-se de um tambor giratório que, ao rodar, dá a ilusão de movimento das figuras presentes no seu interior. O visitante cria uma sequência com 12 imagens e um programa a transforma em animação, podendo escolher temas de fundo.

Reações Visuais, de Leandro Araújo

Instalação que, por meio de software de análise espectral sonora, transforma ruídos da cidade em imagens digitais da Mata Atlântica. Em termos técnicos, ondas sonoras podem ser captadas e representadas visualmente por diferentes métodos, como uma operação matemática que decompõe o sinal em suas frequências constituintes.

Campo Minado, de Claudio Bueno

Game-performance para ser jogado com smartphones em ambientes públicos. Orientado por um mapa, o jogador deverá caminhar sobre uma região predeterminada, do ponto A ao ponto B, em poucos minutos, tomando decisões de direção que não passem sobre as minas. Se decidir pela direção errada, ou esgotar o tempo de cruzamento entre os pontos, o participante está fora do jogo.

RePartitura, de Mariana Shellard e José Fornari (Tuti)
Instalação multimídia que se baseia no mapeamento de desenhos gestuais para a conversão em paisagens sonoras. Aproximadamente 300 desenhos foram mapeados e convertidos em informação numérica para a leitura no sistema evolutivo Essynth, implementado na plataforma de programação Pure Data. Trabalho realizado em parceria com o pesquisador e músico José Fornari (Tuti).


New(s)Wor(l)d, by Ricardo Nascimento
O projeto se vale da tecnologia de agregadores de conteúdo na web para a criação de uma peça multimídia composta de software e instalação física. Nesta, as notícias produzidas por diferentes veículos de comunicação retratam subjetivamente um cenário imaginário, digital e caótico do mundo. Em 2008, o trabalho foi exibido na Espanha, na exposição ARTECH Media Cordoba 0.8; em 2009, foi apresentado na exposição Pixilerations [v.6], nos Estados Unidos.

Corpo Digitalizado, de Juliana Cerqueira
A obra discute o limiar entre o real e o virtual e os limites entre o corpo e a máquina. Trata-se de uma instalação em que o participante é escaneado em partes em uma cabine. Quando juntados, os fragmentos são projetados no ambiente.

Unir Física, Arte e Tecnologia é possível?

Se você não faz ideia ou quer ver isso na prática, visite essa exposição na FIESP- Avenida Paulista.

A tecnologia graças a Física permite uma série de instalações mesclando a Arte, a criatividade e a interação.

É como estar no futuro ! Podemos tocar nas obras, interagir, sentir, ouvir, ver…e pensar !

Não percam! Estive lá e conferi…

Fantásticas sensações!

A foto abaixo, tirada na exposição, mostra um programa no Tablet 
 que permite fazer obras de arte com as pontas dos dedos, 
como se estivéssemos pintando...essa é minha mão !

12ª edição do FILE traz ao Brasil atrações inéditas  

O Festival de Linguagem Eletrônica (FILE) apresentará este ano, a diversidade da cultura digital, por meio de instalações interativas, games, animação, maquinemas e músicas eletrônicas.Todos os projetos serão exibidos na Galeria de Arte do Sesi-SP, no Teatro do Sesi-SP e no Espaço Mezanino do Centro Cultural Fiesp –Ruth Cardoso.  A entrada é franca.

EXPOSIÇÕES
Galeria de Arte do SESI-SP Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso

Clique  aqui e Veja : Programação, fotos e vídeos do evento no site oficial.

Informações GALERIA
Local Galeria de Arte do SESI-SP
Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso
Avenida Paulista, 1313 – Metrô Trianon-Masp
Temporada 19/07 a 21/08/2011
Segunda a domingo
Horário Segunda-feira: 11h às 20h
Terça a sábado: 10h às 20h
Domingo: 10h às 19h
Ingressos Entrada franca
Telefones Agendamento escolar – Segunda a sexta-feira, das 10h às 13h e das 14h às 17h, pelo telefone (11) 3146-7439.

Agendamento 
Indústrias – Segunda a sexta-feira, das 10h às 13h e das 14h às 17h, pelo telefone (11) 3146-7396.
Indicação Etária
Evento livre para todos os públicos

Theatro Municipal de São Paulo

 

Depois de mais de 3 anos fechado para reforma, o Theatro Municipal de São Paulo reabriu em junho. Grandes montagens de Óperas, Ballets e Concertos estão na programação para o segundo semestre de 2011.

Vale a pena ! O Theatro ficou ainda mais belo !

 

 

 

Abaixo o link para o site oficial do Theatro Municipal e do link para compra de ingressos pela Internet.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/theatromunicipal/

www.ingressorapido.com.br/prefeitura

 

 

Cientista do Observatório Nacional descobre a maior colisão de aglomerados de galáxias

Aglomerado de galáxias Abell 3376: esculpido pela gravidade

A proposta de trabalho é observar a relevância desse sistema, como a evidência da existência de matéria escura, sendo esse um dos problemas mais fundamentais da astronomia moderna.

O pesquisador Renato Dupke do Observatório Nacional (ON) realiza um trabalho em torno dos aglomerados de galáxias, que são as últimas estruturas a se formarem no Universo, por colisão de sistemas menores ou de outros aglomerados. Para ele, estudar essas estruturas em colisão significa conhecer os processos de sua formação. “As 3 principais componentes de massa dos aglomerados de galáxias são: a matéria escura (aproximadamente 80%), o gás quente (15% da massa e com temperaturas de 50 milhões de graus) que permeia as galáxias. Os restantes 5% ou menos são galáxias”, explicou.

Quando os aglomerados colidem o gás produzido por eles interagem, formando ondas de choque, acelerando partículas carregadas (o gás é tão quente que os átomos são totalmente ionizados, ou seja, é um plasma), etc. A matéria escura, como não interage com a matéria normal (a não ser pela força gravitacional), não é afetada. Consequentemente, a matéria escura e o plasma se separam. A partir de observações conjuntas de raios-X e lentes gravitacionais, pode-se, pela primeira vez na história, “ver” a separação e tentar deduzir as suas propriedades.

Numa análise comparativa dos resultados obtidos das observações de raios-X, do satélite Chandra e de lentes gravitacionais, com o satélite Hubble, complementadas ainda com as observações realizadas da Terra pelos telescópios VLT e Subaru, notou-se que o aglomerado Abell 2744 não era resultado da colisão de 2 aglomerados, mas sim de pelo menos 4.

 

O aglomerado Abell 2744

Essa colisão múltipla gerou não somente a evidente separação entre matéria escura e o plasma na região central, onde se vê uma “bala” supersônica com velocidade provável superior a 4000km/s, como também gerou uma região exclusiva de matéria escura e nenhum gás (chamado de aglomerado escuro). Além disso, gerou outra região única em gás quente, sem matéria escura (chamado de aglomerado fantasma), fato nunca visto ou previsto. Dada a quantidade de fenomenologias novas nesse evento, o nome Pandora foi o primeiro nome a ser lembrado, já que essa deusa grega foi a responsável por liberar os males da humanidade.

A proposta de trabalho do pesquisador é observar a relevância desse sistema, que são inúmeras: evidencia a existência de matéria escura, sendo esse um dos problemas mais fundamentais da astronomia moderna; indica que estudos significativos na área de magneto-hidrodinâmica, a ciência que estuda o comportamento de fluidos carregados (plasma), deverão explicar o Pandora; se a velocidade de colisão é realmente superior a 4000-5000 km/s, isso implicará em modificações dos clássicos modelos cosmológicos, onde tais velocidades de colisão não são previstas. Ainda, a evolução de galáxias pertencentes aos aglomerados em ambientes tão hostis como esse (no Pandora a temperatura do gás ultrapassa a 150 milhões de graus) servirá como um laboratório para testar os seus modelos teóricos.

A caracterização de colisões de aglomerados também é importante em cosmologia e os levantamentos celestes recentes como o Dark Energy Survey ou o Sloan Digital Sky Survey e mesmo projetos com maior resolução espectroscópica como o projeto hispano-brasileiro J-PAS/PAU-BRASIL, terão que levar em conta esses aglomerados no processo de estabelecimento de vínculos em parâmetros cosmológicos.

(Fonte: Ascom do ON)

Câmera da ESA com 1 bilhão de pixels de resolução examinará a Via Láctea

 

Incrível como o conhecimento sobre o Universo pode ser ampliado dependendo dos instrumentos que a Física juntamente com a tecnologia permitem construir !!!

Pensando que na época de Galieu tantas descobertas eram feitas com uma simples “lunetinha”, quanto poderá ser ampliado com mais esse instrumento de detecção de imagens !

Fantástico.

Divulgação/Nasa

Notícia:

A maior câmera digital criada para uma missão espacial, com 1 bilhão de pixels de resolução, foi criada pela Agência Espacial Europeia (ESA) para examinar a Via Láctea, informou nesta quarta-feira a agência em comunicado.

Para isso, a ESA teve que encaixar 106 dispositivos de detecção eletrônicos que constituem um olho super sensível com o qual quer detectar estrelas cuja luminosidade é 1 milhão de vezes inferior ao que o olho humano pode perceber da terra.

“Enquanto a vista humana pode ver milhares de estrelas em uma noite espaçosa, a operação traçará um mapa com bilhões de estrelas dentro de nossa galáxia (a Via Láctea) e suas vizinhas”, revelou a ESA.

Apesar de seu rastreamento exaustivo do espaço, a câmara classificará apenas 1% das estrelas da Via Láctea.

O projeto, batizado como “Galaxy-mapping Gaia mission”, terá início em 2013 e durará cinco anos. Através dele, se determinará o brilho e as características espectrais dos astros, além de suas posições e seus movimentos tridimensionais.

O novo mapa elaborado pela agência espacial ajudará a classificar, além das estrelas, outros corpos celestes do Sistema Solar, além de galáxias mais distantes e quasares (fontes de energia eletromagnéticas).