Rumo à Lua, de novo

Rumo à LUA, de novo
Após dez anos, EUA tentam voltar ao satélite com duas naves 

O compromisso americano de levar o homem de
volta à Lua até o ano de 2020 tem mais um capítulo hoje, com o lançamento de duas naves-robôs que vão estudar o satélite natural da
Terra. O lançamento ocorre um dia depois de a agência espacial americana ser forçada a adiar, pela segunda vez em menos de uma semana, uma outra missão espacial: a do ônibus espacial Endeavour, que apresentou problemas de vazamento.

Em busca de pouso seguro

Melhor sorte, esperam os cientistas da Nasa, deve ter o lançamento das duas naves não tripuladas, LRO (de Lunar Reconnaissance Orbiter) e LCROSS (de Lunar Crater Observation and Sensing Satellite), previsto para hoje. A missão, de US$ 583 milhões, é a primeira investida dos EUA na Lua em mais de uma década. As naves vão ser lançadas pelo foguete Atlas
V, um dia depois do previsto, por causa da segunda tentativa de lançar o Endeavour.

Cada uma delas tem um objetivo distinto. A LRO vai buscar identificar áreas para pousos seguros de futuras missões tripuladas ao satélite.

A Nasa acredita ser possível levar seres
humanos de volta à Lua até 2020. Além disso, com a ajuda de aparelhos de alta resolução, a naverobô vai tentar mapear a radiação ambiente e localizar os recursos minerais da Lua. Para isso, a nave deve ficar em órbita durante um ano, a 50 km da superfície do satélite.

Em busca de informações sobre a presença de água congelada nos pólos, a LCROSS cumpre uma missão suicida.

A nave está programada para colidir com a superfície da Lua, no lado escuro do satélite, a uma velocidade de mais de 7 mil km/h. O impacto, acreditam os cientistas, vai produzir uma coluna de fragmentos que será estudada por instrumentos especiais.

De acordo com a Nasa, a previsão é de tempo bom para o lançamento.

Em princípio, o envio das naves tem por objetivo preparar o terreno para a volta à Lua.

O presidente Barack Obama, no entanto, pediu recentemente à Nasa uma ampla análise de todas as suas missões.

Lançamento de ônibus é adiado Já o ônibus espacial Endeavour deveria partir da base no Cabo Canaveral, na Flórida, no sábado, dia 13 de junho, levando suprimentos e uma parte de um laboratório japonês para a Estação Espacial Internacional. Mas os cientistas da Nasa detectaram um vazamento de hidrogênio na nave e o lançamento teve que ser cancelado.

Apesar de a nave ter sido consertada, o problema reapareceu ontem. Segundo os técnicos,
representava um perigo para o reabastecimento. Por causa disso, a missão do Endeavour foi adiada para o dia 11 de julho.

— Vamos dar um passo atrás e tentar descobrir por que o problema persiste — disse LeRoy Cain, um dos coordenadores do lançamento. — Depois, vamos consertá-lo e fazer o lançamento em segurança.

(O Globo, 18/6)

Novo ENEM


O ENEM- Exame Nacional do Ensino Médio abriu suas incrições.

O Exame Nacional do Ensino Médio está diferente. Agora, ele servirá como
processo seletivo para ingresso nas universidades e nos institutos
federais. A prova está mais abrangente, com questões mais próximas da realidade dos estudantes.  As inscrições para a prova deste ano, que será realizada em outubro, estão abertas até 17 de julho e devem ser
feitas no portal do Ministério da Educação.


Alunos concluintes do ensino médio em escolas públicas se inscrevem ao Enem gratuitamente. Também não pagam taxa todos os participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos
(Encceja) 2006, 2007 e 2008. Para os outros casos, a isenção deverá ser solicitada no endereço eletrônico http://www.enem.inep.gov.br/inscricao. A relação de pedidos deferidos será divulgada apartir do dia 10 de julho.
Nas demais situações, o valor da taxa de inscrição é 35 reais, como no ano passado.

Para os alunos de Escola pública, além do número do seu CPF  tenha o código da escola para efetuar sua incrição. (pergunte o código da escola para a Coordenação ou algum professor)

Meus alunos, podem pegar o código comigo !


O Enem 2009 será aplicado nos dias 03 e 04 de outubro, da seguinte maneira:


no dia 03/10/2009 (sábado): das 13h às 17h30 – Prova I:  Ciências da
Natureza e suas Tecnologias; e Ciências Humanas e suas Tecnologias.

no dia 04/10/2009 (domingo): das 13h às 18h30 – Prova II: Linguagens,
Códigos e suas Tecnologias e Redação; e Matemática e suas Tecnologias.

Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados
às 12h55, horário de Brasília-DF. As provas serão aplicadas às 13h, em
todo o território nacional.


Site do ENEM
http://www.enem.inep.gov.br/

Site para realizar a inscrição no ENEM – até o dia 17 de julho.
http://www.mec.gov.br/enem

O que cai na Prova :
http://www.enem.inep.gov.br/Enem2009_matriz.pdf

O Unvierso- série

O Universo – History Channel

Apesar do foco do History Channel ser a história, a série The Universe não tem como objetivo essa abordagem.
A série completa terá 13 episódios, e nos EUA já foram exibidos os 10
primeiros. Não tenho informações se no Brasil será (ou está sendo)
exibida.
A primeira parte trata somente do Sol. A quantidade e velocidade com
que são apresentadas as informações é fulminante. Os grandes números –
milhões, bilhões – são usados e abusados para dar um clima emocionante.
Nos episódios seguintes a velocidade diminui um pouco, mas o apelo
emotivo continua, com destaque na parte em que tratam dos possíveis
modos astronômicos de destruição da Terra, com o uso do bordão A
questão não é se vai acontecer, mas quando?!.
Lista de episódios
1 – Os segredos do Sol
2 – Marte: O planeta vermelho
3 – O fim da Terra: problemas do espaço profundo para o nosso planeta
4 – Júpiter: O planeta gigante
5 – Lua
6 – Espaçonave Terra
7 – Mercúrio e Vênus: os planetas interiores
8 – Saturno: Senhor dos anéis
9 – Galáxias
10 – Vida e morte de uma Estrela
11 – Planetas fora do sistema solar
12 – O lugar mais perigoso no universo
13 – Procura por ETs

http://www.youtube.com/view_play_list?p=7277A267EC297082&search_query=o+universo+history+channel

Linha do Tempo do Tempo

Pode parecer estranho, mas existe uma linha do tempo do tempo. Desde a Antiguidade – quando se sabia a hora pela posição do sol e os agricultores conheciam a época das chuvas – até os dias de hoje, com
nossos relógios atômicos, muita coisa aconteceu!

3500 a.C. – A civilização sumeriana desapareceu e, ao que
tudo indica, depois disso foram os egípcios que passaram a dividir os
dias em partes, algo parecido com as nossas horas. Já em 3500 a.C.
construíram obeliscos cujas sombras em movimento formavam uma
espécie de mostrador solar, possibilitando dividir o dia em manhã e
tarde. Os obeliscos também mostravam o dia mais longo e o mais curto
quando a sombra do meio-dia era a mais longa ou a mais curta do ano.
Mais tarde, marcadores adicionais ao redor da base dos obeliscos
indicavam outras subdivisões do tempo.

1500 a.C. – Outro Relógio de Sol ou Gnômon egípcio,
possivelmente o primeiro medidor de tempo portátil, foi usado ao redor
de 1500 a.C. Este dispositivo dividia a parte iluminada de um dia em 10
partes, com duas “horas crepusculares” na manhã e à tarde. Quando o
ponteiro, com 5 marcas em espaços desiguais, era orientado pela manhã
para leste e oeste, uma viga levantada na extremidade leste jogava uma
sombra móvel sobre as marcas. À tarde, o dispositivo era deslocado para
a posição oposta para medir as “horas” vespertinas. As horas eram mais
curtas no inverno e mais longas no verão.

1500 a.C. – Os Relógios de Água estão entre os
primeiros medidores de tempo que não dependiam da observação de corpos
celestes. Um dos mais antigos foi encontrado na tumba do faraó egípcio
Amenhotep I, que morreu ao redor de 1500 a.C. Mais tarde, estes
medidores seriam utilizados pelos gregos.

950 a.C. – Homero menciona em suas obras os períodos do dia e do ano solar.

600 a.C. – O Merkhet, a ferramenta astronômica mais
antiga que se conhece, foi desenvolvida pelos egípcios. Usava-se um par
de merkhets para estabelecer a linha norte-sul (ou meridiano)
alinhando-os com a Estrela Polar. Podiam então ser usados para indicar
as horas noturnas determinando quando certas outras estrelas cruzavam o
meridiano.

Na mesma época, Beroso faz referência a um relógio de sol, chamado “pedra horária”, construído na Babilônia.

350 a.C. – Os Relógios de Água foram utilizados pelos gregos, que os chamavam de Clepsidra, palavra que significa “ladrão de água” (clept = roubar e hydra
= água). Eram recipientes de pedra com declives laterais que permitiam
o gotejamento da água através de pequenos orifícios existentes no
fundo, num escoamento praticamente constante. Outras clepsidras eram
recipientes cilíndricos ou em forma de tigela que eram preenchidos
lentamente com um fluxo de água constante. Marcas na superfície interna
mediam a passagem das “horas” quando eram alcançadas pelo nível da
água. Estes relógios eram utilizados para determinar tanto as horas
noturnas quanto as diurnas. Outra versão consistia numa bacia de metal
com um orifício no fundo. Quando colocada num recipiente com água, a
bacia era preenchida lentamente até que afundasse. Estas bacias
medidoras do tempo ainda são utilizadas no norte da África nos dias de
hoje.

300 a.C. – Tentando melhorar a precisão das medidas durante o
ano, os relógios de sol evoluíram de placas horizontais ou verticais
para formas mais elaboradas. Uma das versões era um mostrador hemisférico,
constituído por uma depressão em forma de cuia cavada num bloco de
pedra, um gnômon (ponteiro) e um conjunto de linhas de horário para as
diferentes estações do ano. No hemiciclo, ao que parece
inventado ao redor de 300 a.C., a metade sem uso do hemisfério foi
eliminada e o hemiciclo ficou parecendo uma “meia bacia” cortada na
borda de um bloco.

287 a.C. – Arquimedes inventa as rodas dentadas.

157 a.C. – Roma conhece a clepsidra, levada por Scipião Násica.

27 a.C. – É erigido no Campo de Marte, em Roma, um obelisco com a função de Gnômon.

100 a.C. a 500 d.C. – Relógios de água mais elaborados e
imponentes foram desenvolvidos pelos horologistas e astrônomos gregos e
romanos entre 100 a.C. e 500 d.C. Tornou-se o fluxo mais constante
através da regulagem da pressão e mostradores mais atrativos foram
criados. Alguns relógios de água tocavam sinos ou gongos. Outros abriam
pequenas portas e janelas para mostrar figuras humanas ou moviam
ponteiros, mostradores e modelos astrológicos do universo.

Um astrônomo macedônio, Andronikos, supervisionou a contrução do seu
Horologion, conhecido hoje em dia como a Torre dos Ventos, na praça do
mercado de Atenas na primeira metade do século 100 a.C. Esta estrutura
octogonal mostrava para os visitantes um relógio de sol, uma clepsidra
mecanizada com ponteiros de horas e indicadores para os oito ventos, o
que deu o nome à torre. Além disso, mostrava as estações do ano e datas
e períodos astrológicos.

Os romanos também desenvolveram clepsidras mecanizadas, mas acrescentaram muito pouco aos métodos mais simples.

30 a.C. – Vitruvius descreveu 13 estilos diferentes de relógios de sol usados na Grécia, Ásia Menor e Itália.

250 d.C. – As Ampulhetas ou Relógios de Areia eram, na
verdade, clepsidras transportáveis, fechadas e à prova de vazamento.
Eram construídas com dois vasos, colocados um sobre o outro e ligados
internamente por um orifício por onde a areia escoava.

A torre de Su Sung (1088)

200 a 1300 – No oriente, a fabricação de relógios
astronômicos/astrológicos mecanizados desenvolveu-se de 200 a 1300.
Clepsidras chinesas do século III acionavam vários mecanismos que
ilustravam fenômenos astronômicos. Uma das torres-relógio mais
elaboradas foi construída por Su Sung e seus colaboradores em 1088. Em
1090 Su Sung publicou um tratado sobre relógios de torre movidos a
água. O mecanismo utilizado por Su Sung incorporava um escape movido a
água inventado ao redor de 725. A torre-relógio de Su Sung, com mais de
9 metros de altura, possuía uma esfera armilar de bronze para
observações, um globo celestial com rotação automática e cinco painéis
frontais com portas que permitiam ver manequins que tocavam sinos ou
gongos e que seguravam tabuletas que indicavam a hora ou outros
momentos especiais do dia.

721 – Y. Hang, astrônomo chinês, constrói uma clepsidra mecânica que indica o movimento dos astros.

885 – Alfredo, o Grande (um rei da Saxônia), usava velas acesas para medir o tempo.

1000? – (Dinastia Sung) Velas e incenso queimando marcavam o tempo na China.

1251 – O arquiteto Villard desenha um escapamento de relógio.

1292 – É construído o relógio da catedral de Canterbury.

1330 -O abade Ricardo de Walingfard constrói o relógio astronômico de Santo Albano.

1370 – O rei Carlos V, da França, decretou que todos os sinos
das igrejas de Paris precisavam tocar na mesma hora que os do palácio
real, ajudando a acabar com o toque dos sinos nas horas canônicas
(horas de oração) imposto pela Igreja.

1380 – Surgem na península itálica os primeiros relógios domésticos.

1400 – Nos anos 1400, na Europa, são construídos os primeiros relógios mecânicos usando uma mola principal e uma roda de balanço.

1459 – A fita de aço é usada pela primeira vez como elemento motor dos relógios. É a chamada mola.

1500 a 1510 – Peter Henlein, de Nürenberg, inventa a mola
principal usando cerdas. A mola do volante do relógio permitiu que este
trabalhasse independentemente da sua posição, transformando os relógios
fixos em móveis. Acondicionou os mecanismos em pequenas caixas
metálicas ricamente decoradas transformando-os em relógios de bolso. A
corda durava cerca de 40 horas. Estes relógios tinham apenas um
ponteiro para mostrar as horas.

1525 – O caracol é inventado por Jacob Zech, de Praga.

1530 – Começam a ser usadas platinas de latão nos relógios portáteis.

1549 – Os portugueses introduzem no Japão os relógios mecânicos.

1560 – Surge a corrente do caracol, que substitui o fio de tripa.

1567 – Devido ao naufrágio de navios porque se desconhecia
suas localizações, o rei Felipe II da Espanha ofereceu uma recompensa
para quem apresentasse um método para se determinar a longitude no mar.
Para obter a longitude — a localização leste-oeste — a partir da
posição do sol ou das estrelas, é preciso conhecer a hora local, o que
era impossível devido aos relógios da época.

1570 – Inicia-se a aplicação das figuras animadas na relojoaria.

1583 – Galileu Galilei descobre o isossincronismo das
oscilações do pêndulo. Percebeu que a frequência do movimento de um
pêndulo depende do seu comprimento.

1585 – Jost Burgi constrói um relógio com corda que durava três meses.

1587 – Começa em Genebra, Suíça, a fabricação de relógios.

1600 – Generaliza-se a produção e o uso de relógios portáteis, que tomam as mais variadas formas.

1610 – Inicia-se o uso dos vidros de proteção sobre os mostradores e ponteiros dos relógios portáteis.

1640 – Galileu Galilei, com 76 anos e cego, dita a seu filho
e a seu aluno Viviani todos os detalhes que permitiram a estes desenhar
o célebre relógio de Galileu, provido de um pêndulo e um escapamento
livre.

1650 – Christian Huygens planeja a aplicação do pêndulo nos relógio.

1657 – É construído o primeiro relógio de pêndulo pelo relojoeiro Salomão Coster, de Haia.

1670 – O ponteiro de minutos começa a ser aplicado.

1675 – É fundado em Greenwich, Inglaterra, o Observatório Real.

Christian Huygens inventa a espiral de aço (cabelo) para relógios de bolso, que substitui a cerda de porco.

1676 – Quare e Barlow criam a soneria de repetição nos
relógios portáteis, batendo horas e quartos de hora pela pressão do
suporte da argola.

1700 – Surgem os primeiros relógios de azeite.

1704 – Nicolas Fatio é o primeiro a produzir e usar rubis perfurados como mancais.

1714 – O parlamento inglês oferece um prêmio para o
construtor de um relógio que permitisse melhorar a determinação da
longitude no mar.

1726 – George Graham inventa o pêndulo com compensação a mercúrio.

1730 – O primeiro relógio Cuco é fabricado na Floresta Negra, sul da Alemanha.

1748 – Pierre Le Roy apresenta à Academia de Ciências de Paris um escapamento livre.

1751 – É fabricado em Paris, por Le Plat, um relógio que carrega sua corda através das variações da pressão atmosférica.

1759 – Thomas Mudge inventa o escape a âncora para relógios
portáteis que, com algumas alterações, ainda é usado nos modernos
relógios de pulso à corda.

1761 – John Harrison, com o seu cronômetro de marinha número
quatro, resolve o problema das longitudes no mar e recebe do governo
inglês uma parte do prêmio de 20 mil libras.

Pela primeira vez é usado o termo cronômetro, por Pierre Le Roy.

1765 – Surge o ponteiro central de segundos.

1775 – John Arnold inventa o cabelo helicoidal para cronômetros.

1790 – Abraham Louis Breguet melhora e introduz inovações
importantes nos relógios de bolso, tais como corda automática, sistema
a prova de choque e outras.

1800 – É inventada a pilha elétrica, por Alexandre Volta.

1830 – Pela primeira vez um pêndulo é acionado pela eletricidade. O feito é do físico Zamboni, de Verona.

1839 – Com a inveção do telégrafo, torna-se possível transmitir sinais de hora.

1840 – Lord Grimthorpe inventa o escape a gravidade, concebido especialmente para o Big-Ben de Londres.

1842 – Adrien Philippe inicia a fabricação de seus relógios de bolso, com acionamento da corda pela coroa.

1856 – Louis Clement François Breguet idealiza um dispositivo eletromagnético para carregar a corda dos relógios.

1865 – George Fréderic Roskopf inventa o escapamento econômico, com âncoras de pinos.

1875 – Surge o primeiro despertador na Alemanha.

1880 – O casal Curie descobre as qualidades piezo-elétricas do cristal de quartzo.

1884 – Vinte e cinco países aceitam o meridiano de Greenwich
como o ponto inicial na escala dos meridianos para o cálculo das
longitudes. A Libéria o adota somente em 1972.

Thomas Alva Edison descobre a emissão termoiônica, o chamado efeito de Edison, que permitiu a criação da válvula eletrônica.

1891 – Sigismund Riefler inventa um escapamento para pêndulo de Observatórios.

1900 – Inventado por Santos Dumont, para ver as horas
enquanto manuseava os instrumentos dos balões sem ter que tirar o
relógio do bolso, inicia-se o uso dos relógios de pulso.

1905 – Um rádio-sinal de horas começou a ser transmitido de Washington, EUA, para ajudar navios a encontrarem sua longitude.

1912 – Primeira Conferência Internacional da Hora em Paris:
unificação dos sinais horários por rádio. Uso universal do
Greenwich-Mean Time.

1914 – John Harwood patenteia um dispositivo de corda automática, adaptado para os relógios de pulso.

1918 – H. E. Warren constrói o primeiro motor elétrico síncrono para relógios.

1926 – O primeiro relógio a prova d’água é inventado pela Rolex.

1928 – A IAU recomenda a designação “Universal Time” para o dia solar médio em Greenwich contado a partir de meia-noite.

1930 – Warren A. Morrison constrói o primeiro relógio a cristal de quartzo.

1931 – O primeiro relógio de corda automático (perpetual self-winding) é inventado pela Rolex.

1935 – Comparações entre observações astronômicas e os
relógios de quartzo em Potsdam indicaram variações irregulares e
imprevisíveis na rotação da Terra.

1941 – É fundado em São Paulo o Instituto Brasileiro de Relojoaria.

1945 – O físico Isador Rabi sugeriu a construção de um
relógio baseado no estudo dos átomos, usando um método chamado
ressonância magnética de irradiação atômica.

1948 – Surge experimentalmente o primeiro transistor, resultado dos trabalhos de Willian Shochley.

Pesquisas sobre relógios comandados por sinais de rádio são iniciadas no Brasil por Dimas de Melo Pimenta.

1949 – O primeiro relógio atômico usando amônia é construído pelo “National Bureau of Standard”, EUA.

1950 – Introdução da escala de tempo das Efemérides (ET).

1953 – O primeiro relógio a prova de pressão é inventado pela Rolex.

1954 – O primeiro relógio com válvula de escape de hélio para mergulhos em grandes profundidades é inventado pela Rolex.

1955 – Charles H. Townes orienta a construção do relógio atômico de Maser na Inglaterra.

1956 – J.R. Zacharias e R.T. Daly apresentam o primeiro relógio atômico comercial.

1957 – Max Hetzel, da empresa Hamilton Watch Co., dos EUA, apresenta o primeiro relógio de pulso eletrônico.

1958 – O Laboratório de Pesquisas Relojoeiras, de Neuchatel, constrói o primeiro relógio atômico suiço.

P. Bender, do NBS (EUA), desenvolve técnica que permite mais tarde a construção de padrões atômicos de rubídio.

1959 – A fábrica Dimep do Brasil inicia as pesquisas para a fabricação de relógios a quartzo no Brasil.

1960 – As forças armadas americanas concebem o projeto para o
sistema GPS de navegação que, como subproduto, permite a divulgação de
tempo e freqüência no mundo inteiro, com grande precisão.

1967 – A 13a Conferência Geral de Pesos e Medidas (CGPM)
passou a considerar o padrão de Césio como a base para a definição da
unidade de tempo (segundo). Um segundo é formalmente definido como
9.192.631.770 vibrações do átomo de Césio. Pela primeira vez, o tempo
não é definido pelo movimento dos corpos celestes.

O módulo de cristal de quartzo para relógios é desenvolvido na Suiça e no Japão.

1969 – Criada a escala de Tempo Atômico Internacional(TAI).

1970 – Começa a funcionar no Brasil, no Observatório Nacional, o 1° Padrão Atômico de Césio.

1972 – Começam a ser comercializados nos EUA os relógios de pulso com mostrador digital de LED.

O novo sistema de Tempo Universal Coordenado (UTC), baseado nos padrões atômicos, passou a vigorar a partir de 1° de janeiro.

1973 – Aprovação do sistema GPS.

O primeiro relógio a quartzo com LCD (display de cristal líquido) de seis dígitos é fabricado pela Seiko.

1974 – Chega ao Observatório Nacional o 1° Padrão Atômico de Rubídio.

1978 – Lançamento do primeiro dos 18 satélites que comporão o sistema GPS.

1988 – Relógios analógicos a quartzo usando uma fonte de energia cinética são comercializados pela Seiko.

1990 – A Junghans, da Alemanha, introduziu o primeiro relógio analógico rádio-controlado.

1996 – Instalados no Observatório Nacional dois Masers de Hidrogênio da Marca KVARZ, os primeiros do Hemisfério Sul.

1997 – Instalados no Observatório Nacional dois padrões de Césio HP5071A, os mais modernos da atualidade.